Caminhos para a aposentadoria

Quando você ouve falar em aposentadoria, o que vem à sua cabeça? INSS? “Quando vou ter direito”? Saiba que há vários caminhos para chegar lá e que você mesmo pode construir a sua aposentadoria sem depender somente do Estado.



Você pode construir a sua aposentadoria percorrendo diferentes caminhos que se complementam para ajudar você a chegar lá. Assim você tira proveito do melhor que cada opção oferece, alcançando uma maior eficiência, seu dinheiro rende mais, e ainda diversifica o risco porque caso alguma das opções venha a dar problemas, você ainda terá as outras.


Que caminhos são esses?


Previdência Social

Começamos pelo mais tradicional, a Previdência Social, que é composta pelo INSS, mais conhecido e responsável pela grande maioria dos trabalhadores brasileiros, e pelos Regimes Próprios, responsáveis pela aposentadoria dos servidores públicos, de níveis federal, estadual e municipal.

A contribuição para a Previdência Social, na verdade, não é uma opção, mas uma obrigação, conforme as regras e, sendo assim, só resta saber como tirar o melhor proveito dessa opção levando em consideração a sua situação. Caso você seja autônomo, a opção que você tem não é contribuir ou não contribuir, mas poder definir sobre qual valor você vai contribuir, afinal é você quem define o seu pró-labore. Esse valor pode ir do salário mínimo vigente até o teto do INSS vigente. Dependendo do caso, principalmente para aqueles que estão a poucos anos de se aposentar, pode valer a pena contribuir sobre o teto.


Aplicações financeiras

Esse caminho na verdade é subdividido em outros vários caminhos. Há inúmeras opções, de diversos tipos, riscos, prazos, rentabilidades. Como grandes classes, existe a renda fixa e a renda variável. É possível alcançar um nível ótimo de risco e retorno escolhendo ativos de qualidade de forma diversificada. Existem também os fundos de investimento que podem fazer mesclas inteligentes entre essas grandes classes. Investir, na prática, significa emprestar dinheiro ou comprar itens que você acha que vão valorizar, portanto é importante que você estude e entenda onde está investindo seus recursos ou encontre alguém certificado no qual você possa confiar para lhe ajudar.


Previdência privada

Muitas pessoas, inclusive educadores financeiros, não a veem com bons olhos em função do histórico de altos custos e baixa rentabilidade, o que fazia perder totalmente seu propósito de acumulação no longo prazo. A boa notícia é que esse mercado vem crescendo e mudando constantemente. Nos últimos anos, gestores renomados entraram nesse mercado aumentando as opções com boa gestão, que se traduz em melhores rentabilidades, e acirrando a concorrência, o que fez - e continua fazendo - diminuir as taxas.


As grandes vantagens desse caminho são:

. Poder optar pela tabela regressiva do imposto de renda, podendo chegar na alíquota mínima de 10% e não 15% como em outros fundos.

. Não ter come-cotas, que é uma antecipação do pagamento de imposto de renda feita por fundos comuns de renda fixa e multimercado.


Fundos de pensão

São fundos oferecidos a grupos específicos de pessoas, não é comercializado para qualquer pessoa como as previdências privadas. Esses fundos têm uma reputação manchada por fraudes e má gestão que de fato ocorreram em alguns dos maiores como, por exemplo, Petros, Postalis, Funcef; no entanto são mais de 260 fundos de pensão no país (dado de novembro de 2018) que, em geral, principalmente aqueles com modalidade de Contribuição Definida, vêm entregando bons resultados, portanto é algo que não pode ser generalizado. Além disso, a Previc, órgão responsável pela fiscalização desses fundos, vem aperfeiçoando as regras a fim de diminuir esses tipos de problemas.

A grande vantagem é a contribuição complementar do patrocinador (empregador) que, na maioria das vezes, é de 100% do valor da contribuição do empregado. Do ponto de vista financeiro, isso é o que faz valer a pena investir num fundo de pensão, porque caso não haja esse complemento do patrocinador, ele passaria a concorrer com todos os planos de previdência privada do mercado e aí você conseguiria encontrar gestão mais especializada, com uma expectativa de maior rentabilidade ao longo do tempo.


Em paralelo a essas opções, acho importante citar os seguros, que desempenham o papel de proteção. Proteção dos seus dependentes e do seu patrimônio, enquanto você ainda não alcançou o acúmulo de recursos suficientes, e proteção do seu próprio sustento, pois apesar de improvável e indesejado, é possível que você fique inválido, caso contraia alguma doença ou sofra algum acidente que lhe impossibilite de poder trabalhar e gerar renda.


Apesar de ser muito comum associar e esperar a aposentadoria somente do INSS, essa conquista da independência financeira, ou seja, de estar preparado quando não puder mais gerar renda para poder aproveitar a vida no momento que você mais vai ter tempo para isso, pode se dar por vários caminhos que vão se complementar na busca desse objetivo. A melhor aliança entre esses caminhos vai depender da sua situação, seu perfil, suas características e expectativas.


Mauro Amado

Cofundador da Vital


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